segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Chineses tem projeto de trem elevado



Para conter o avanço do caos no trânsito sem arcar com os grandes investimentos necessários para a construção do metrô subterrâneo, uma empresa chinesa projetou um trem suspenso com espaço para que os carros passem por baixo. O projeto, batizado de “3D Express Coach” é da Huashi Future Parking Equipment, da cidade chinesa de Shenzhen.
O trem, movido a energia elétrica e solar, teria velocidade média de 40 km/h, podendo chegar a uma velocidade máxima de 60 km/h. Segundo o projeto, a composição terá 6 metros de largura e será suspensa a cerca de 4 metros de altura para que carros com até 2 metros de altura passem sob o trem.
A composição, que tem capacidade para 1.200 passageiros, custa cerca de 10% do valor de um metrô subterrâneo, segundo a empresa chinesa responsável pelo projeto. O trem, diz a empresa, poderia funcionar com trilhos colocados nas laterais de ruas e avenidas já existentes, sem necessidade de grandes escavações e desapropriações de terrenos. 
O 3D Express Coach, que tinha previsão de início da construção para 2010 em um distrito de Pequim, segundo o Gizmodo, não foi aprovado por ter sido considerado demasiado ¨imaturo¨. Com modificações feitas no projeto um protótipo está sendo preparado para ser implantado no início do próximo ano em Qinhuangdao. Outras quatro cidades chinesas, Nanyang, Shenyang, Tianjin e Zhoukou, também assinaram contratos para projectos-piloto envolvendo a construção de pistas de testes com previsão de início na mesma época.


Brasil estreita negociação com chineses para construção de ferrovia


O presidente em exercício, Michel Temer, quer aproveitar a viagem à China no final deste mês para aprofundar conversa com o governo e com a oriental China Railway Construction (CRCC) a respeito da construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste.
Representantes da empresa, a maior estatal chinesa, estiveram ontem no Planalto para falar do projeto. Os chineses querem ser concessionários da obra de 900 km de extensão. Já há protocolo de intenção assinado pelos dois governos. (Daniel Carvalho).
12/08/2016 - Estadão